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Abaeté - Sexta-feira, 31 de julho de 2015.
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        Um dos maiores expoentes dos avanços no campo biomédico é a engenharia genética, ciência essa que originou o conhecimento necessário para a produção de alimentos transgênicos – que, por sua vez, têm seus genomas modificados em busca de certas características específicas. Em meio a tal panorama, o Brasil se destaca como o segundo país que mais cultiva espécies geneticamente modificadas. Não obstante, é fundamental reconsiderar o futuro agrícola brasileiro levando em consideração que o modelo de plantação de sementes transgênicas é insustentável.
        Apesar dos transgênicos serem considerados alternativas para solucionar problemáticas diante às mudanças climáticas, ainda não há nenhuma comprovação científica de isenção de riscos para a saúde humana ao consumir tais produtos, como o desenvolvimento de tumores cancerígenos tal como ocorreu com ratos de laboratório submetidos a uma pesquisa sobre os efeitos a longo prazo de transgênicos. Os roedores que consumiram os grãos modificados tiveram três vezes mais incidência de câncer em relação aos que consumiram grãos normais. Logo, os resultados obtidos até o momento com os animais, deixam claro que a saúde humana pode sim ser comprometida.
        Outro fator contrário à transgenia é o perigo que esta acarreta a biodiversidade uma vez que essa técnica leva à resistência de pragas o que, por sua vez, ocasiona uma maior dosagem de agrotóxicos. Diante disso, os riscos de contaminação permanente de solos e rios são enormes e extremamente preocupantes. Ao modificar o genoma de espécies, há uma interferência humana no processo natural – e essencial – da variabilidade genética, o que também é uma forma de comprometimento da biodiversidade.
        Ademais, o uso de sementes transgênicas gera uma competição injusta para com os pequenos fazendeiros visto que, apenas grandes agricultores e multinacionais detém a tecnologia e capital necessários. Isto por sua vez acarreta em um monopólio de mercado e a concentração do controle de preços nas mãos de poucos, o que pode ocasionar um aumento repentino no valor de produtos em momentos de crise nacional, tal como presenciamos.
        Diante disso, é essencial o aumento da rotulagem de transgênicos facilitando a visualização do consumidor. Além disso, é também necessário a proibição de novas culturas transgênicas em especial as que são base da alimentação da população. Por fim, é também imprescindível políticas de melhor distribuição de terras, visando não apenas frear os transgênicos como também melhorar as condições de vidas dos trabalhadores do campo.

Bárbara Rafaela da Silva Machado
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